Água de beber
1 Água de beber, água de beber camará
Eu sempre tive uma certeza
Que só me deu desilusão,
4 É que o amor é uma tristeza
Muita mágoa demais para um coração.
Água de beber, água de beber camará
7 Eu quis amar, mas tive medo
E quis salvar meu coração,
Mas o amor sabe um segredo:
10 O medo pode matar o teu coração.
Água de beber, água de beber camará
Eu nunca fiz coisa tão certa,
13 Entrei pra escola do perdão.
A minha casa vive aberta,
Abre todas as portas, meu coração.
Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim.
A partir das ideias e do sentido das palavras do texto acima, julgue os itens que se seguem.
O poema propõe-se a despertar no leitor a consciência ecológica, alertando que é extremamente necessária a preservação da “água de beber”.