O vitalismo, proposto no início do século XIX, eventualmente foi utilizado na tentativa de explicar a
potência e especificidade das respostas dos fármacos. A farmacologia moderna, no entanto, se
fundamenta na compreensão de que o efeito de um fármaco é inerente à sua capacidade de interagir
quimicamente com receptores fisiológicos. A capacidade de um fármaco de interagir com receptores
diversos em diferentes tecidos pode ser definida como