A construção de Itinerários terapêuticos, narrativas e acesso ao conhecimento sobre processo saúde-doença, traz na discussão proposta por Mângia e Muramoto, 2008, a sugestão da utilização de uma nova linguagem, centrada na saúde e não mais na doença, poderia ser encaminhada quando se opta pela utilização da nova Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, proposta pela OMS e não mais pela avaliação dos critérios do CID-10, essa nova linguagem se justifica, tendo em vista que: