Na etapa oral da sucção a criança funciona basicamente incorporando o universo que a rodeia. É o mundo de suas vivências, é o mundo interno de suas fantasias. Não há vínculos com objetos externos. O que é apreendido de forma parcial é organizado pela realidade interna. A relação incorporativa estabelecida é a base da introjeção. Os objetos percebidos (seio, mãe) são sentidos como bons. Esse processo constitui a base da configuração dos vínculos de amor, da configuração inicial da identidade. Freud denomina este processo de: