Em uma aula dedicada ao estudo dos papéis atribuídos
às lideranças de diferentes manifestações, tradições
religiosas e filosofias de vida na defesa e na promoção
dos direitos humanos, em uma escola da rede municipal
de ensino, a Professora Lúcia planejou uma série de
atividades. Uma delas foi a realização de entrevistas, via
videoconferência, com líderes de diferentes tradições
religiosas presentes na comunidade local: um Padre
Católico, uma Pastora Evangélica e um Pai de Santo.
Pessoas conhecidas por seu trabalho social de apoio a
famílias carentes. Uma aluna do 7º ano A assistiu à aula
e, ao chegar em casa, relatou o conteúdo. No dia
seguinte, o pai da aluna, compareceu à escola
visivelmente indignado. Ele solicitou uma reunião urgente
com a Coordenadora Pedagógica e a Professora Lúcia,
e argumentou: "É um absurdo! Minha filha está sendo
exposta a ensinamentos que são contrários à nossa fé e
que a Bíblia condena. Ensino Religioso é para ensinar
princípios morais, não para promover o Candomblé!". Em
uma situação como essa, a melhor forma de conduzir o conflito é: