“Apenas na virada para os anos 1900, com o início da industrialização americana, [...] a concepção de que era preciso decidir sobre o que ensinar ganha força e, para muitos autores, aí se iniciam os estudos curriculares” (Lopes; Macedo, 2011, p. 21). Nesse contexto sócio-histórico, no campo das teorias curriculares, surgem dois movimentos nos EUA. Para um deles, a concepção de currículo não está diretamente relacionada a conteúdos ou à seleção deles. Para os pensadores desse movimento, o centro do currículo são as tarefas ou os objetivos. Esse movimento é o