Sobre o tratamento da fibrilação atrial em uma mulher grávida, sugere-se que
a cardioversão química deve merecer precedência sobre a cardioversão elétrica, mesmo nas pacientes com instabilidade hemodinâmica.
não se deve usar terapêutica anticoagulante ou ácido acetilsalicílico nas formas permanentes de fibrilação atrial em qualquer trimestre.
o uso de heparina subcutânea é o único que as evidências sugerem para profilaxia primária dos processos tromboembólicos associados.
a regulação da frequência ventricular deve ser feita preferivelmente com digoxina, betabloqueadores ou bloqueadores de cálcio.
a droga preferida é a amiodarona, por conta das menores consequências sobre o feto e pela menor probabilidade de reversão espontânea e embolismo.
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