Uma mulher de 37 anos engravidou novamente quatro meses após dar à luz seu primeiro filho, porém, sofreu aborto espontâneo e foi submetida à curetagem a vácuo em serviço facultativo, cujo exame anátomo-patológico mostrou mola hidatiforme parcial. Pouco tempo depois, a paciente começou a apresentar sintomas como fraqueza e vômitos persistentes. O médico do pronto-socorro solicitou um exame beta-HCG quantitativo, que, para surpresa da paciente, teve resultado positivo elevado (98 500 mIU/ml). A paciente então explicou ao médico sobre o aborto recente que havia sofrido. Diante desse quadro clínico atípico, o médico considerou necessário encaminhar a paciente a um oncologista para uma avaliação mais aprofundada.
Nesse caso hipotético, considerando os achados descritos, o diagnóstico mais provável é: