Marlene, recém-chegada a um bairro de Atibaia, foi procurar vaga em uma escola pública, próxima à sua nova residência, para seu filho, R. C., 10 anos de idade, cadeirante. No final do dia, a mãe havia percorrido mais de três escolas, sem obter sucesso, pois as escolas não estavam preparadas para receber deficientes.
Conforme a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, a mãe deve