“Estreitando o horizonte das personagens e da sua interação nos limites de uma facutalidade que a ciência reduz às suas categorias, o romancista acaba recorrendo com alta frequência ao tipo e à situação típica: ambos, enquanto sínteses do normal e do inteligível, prestam-se docilmente a compor o romance que se deseja imune a tentações da fantasia”.
Pelas características descritas no trecho acima, Alfredo Bosi, em História concisa da Literatura Brasileira, refere-se aos romances