Após a ocorrência de um acidente perfurocortante no centro cirúrgico de um hospital geral com o residente de cirurgia torácica, ele foi encaminhado ao pronto-socorro para atendimento e para dar seguimento ao protocolo de acidentes com material biológico estabelecido pela instituição. O médico plantonista do pronto-socorro identificou a paciente-fonte do acidente e, ao seguir o protocolo de realização de exames, verificou que ela era portadora do vírus HIV. Decidiu, então, por instituir quimioprofilaxia pós-exposição e fez duas orientações importantes ao residente. Em primeiro lugar, ele deveria iniciar a quimioprofilaxia com os antirretrovirais até duas horas após o acidente. E a segunda orientação foi que ele deveria manter o tratamento por um período de