“ Essa Geografia radical ou crítica coloca-se como ciência social, mas estuda também a natureza como recurso apropriado pelos homens e como uma dimensão da história, da política. No ensino, ela preocupa-se com o senso crítico do educando e não em arrolar fatos para que ele memorize […] inspira-se sobretudo na compreensão transformadora do real, na percepção da política do espaço”.
(VESENTINI, José. Ensino da Geografia e luta de classes.
p. 36. In: OLIVEIRA, Ariovaldo. Para onde vai o ensino de Geografia? 5 ed. São Paulo: Contexto, 1994)
Qual das alternativas NÃO contribuiria com o processo de ensino e aprendizagem na lógica da Geografia crítica? Assinale-a.