Mariana é transexual, acompanhada no Serviço de Urologia de um hospital, com vistas a realização de cirurgia de readequação genital. Em função do uso indiscriminado de hormônios femininos, precisou de uma internação, cuja vaga disponível era na enfermaria da Clínica Médica. Durante sua admissão hospitalar, apresentou sua documentação civil com nome masculino (Mário), ao mesmo tempo em que explicou já ter dado entrada no processo judicial para a mudança de seu nome. Considerando a identidade de gênero da usuária em questão, a conduta dos profissionais de saúde dessa enfermaria deve ser: