Jack,
uma jovem residente do Programa de Urgência e
Emergência de 22 anos em um grande hospital urbano,
foi
encaminhado pelo empregador para ser avaliada pelo
serviço de assistência psicológica ao trabalhador devido a
um
‘"esgotamento".
Seus
supervisores
ficaram preocupados por percebe-la muito distraída e triste. Após
um desempenho excelente na faculdade de enfermagem
e
durante os dois primeiros anos da residência, a jovem estava manifestando alguns problemas, chegar atrasada
com frequência, descuido no controle dos procedimentos e momentos de irritabilidade com os membros da equipe de plantão. No atendimento com a psicóloga afirmou que
estava bem, "apenas um pouco esgotada". Ela sempre se
alegrou por ter muita energia e trabalhar muito mais do que seus colegas de trabalho, mas passou a se sentir esgotada após a morte de sua avo. Sua avó morreu há 13 meses e
desde
então refere
diariamente
sentir saudade intensa da falecida, sensação de descrença em relação à morte, momentos de raiva e culpa, solidão intensa e sensação de que a vida não tem significado o que tem dificultado
suas
atividades
pessoais e no trabalho. Diante deste contexto a psicóloga considerou a
seguinte hipótese diagnóstica: