Um técnico em prótese dentária recebe um modelo troquelado com seu antagonista montados em articulador com a solicitação de confeccionar uma prótese fixa de três elementos (44 ao 46) metalocerâmicos. Inicialmente o técnico confeccionou os “coppings” metálicos e os enviou para prova e união para solda. Ao levar as estruturas metálicas em boca, o cirurgião-dentista percebeu, após os testes, que estavam bem adaptadas. Foi então realizada a união com resina “duralay” vermelha e a estrutura enviada ao laboratório. Na etapa seguinte, o cirurgião-dentista recebeu a estrutura metálica soldada para realização de prova clínica e do procedimento de remontagem. Após a aplicação da porcelana, a peça protética foi ajustada em boca e enviada para aplicação do “glaze” e acabamentos finais. No momento da instalação da peça protética, o cirurgião-dentista percebeu que a coroa protética do elemento 46 estava bem adaptada no sentido vertical, mas havia uma sobra de dente no sentido horizontal em relação à peça na lingual do elemento 46. A provável causa do problema foi: