No campo educacional, os autores contemporâneos defendem o pressuposto de que currículo pode ser entendido como:
Um dos conceitos mais potentes, estrategicamente falando, para analisar como a prática se sustenta e se expressa de uma forma peculiar dentro de um contexto escolar.
Artefato em que o ensino é concebido como atividade passiva, como prática social saturada de opções de caráter moralista, na qual os valores que presidem sua intencionalidade devem ser traduzidos em habilidades que dirijam e que se realizem ao longo de todo o processo formativo.
O cruzamento de práticas lineares que busca a homogeneidade e se converter em configurador de tudo o que se pode denominar como prática pedagógica nas aulas e nas escolas.
Conceito que se limita aos resultados escolares concretos, como plano que articula de maneira cartesiana as aspirações da escola para a realização da prática do ensino.
Um protocolo escolar que visa elencar estratégias que privilegiem a formação de sujeitos passivos e adaptados para viverem na sociedade capitalista.
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