Em pacientes com insuficiência renal em fase terminal,
hiperreninemia pode levar à hipertensão arterial, mas com reduzida resistência vascular sistêmica.
redução da produção de eritropoietina causa anemia ferropriva, hipocrômica e microcítica.
aumentos da pós-carga e do volume intravascular podem causar hipertrofia ventricular concêntrica e miocardiopatia dilatada.
toxinas urêmicas e produtos ácidos do metabolismo promovem aumento do débito cardíaco e hipertensão arterial.
uremia crônica promove diminuição do tempo de esvaziamento gástrico.
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