História da Farmácia no Brasil
O Governador Geral do Brasil, Tomé de Souza, trouxe o 1.º Boticário do Brasil, Diogo de Castro, formado na Universidade de Coimbra.
Durante o Brasil-Colônia, medicamentos e outros produtos com fins terapêuticos podiam ser comprados em boticas. Nas cidades e locais distantes eram vendidos por mascates. Jesuítas tinham nos acampamentos distantes uma pequena botica, e depois junto aos colégios para atender somente aos membros e alunos. A população preferia atendimento dos religiosos, por causa dos erros no aviamento e substituições.
O boticário em frente ao doente manipulava e produzia medicamentos, de acordo com a farmacopéia e a prescrição dos médicos.
(Disponível em cfr-pr.org.br) http://www.crf-pr.org.br/)
Quanto à acentuação gráfica, observe as palavras relacionadas a seguir:
(1) Boticário ( )
(3) terapêuticos ( )
(5) colégios ( )
(7) médicos ( )
A seguir, apresentam-se seis regras de acentuação, para que se faça a relação entre cada uma das palavras listadas e a regra que justifica a acentuação gráfica dessa palavra:
I. "Todas as palavras proparoxítonas devem ser acentuadas graficamente".
III. "Assinalam-se com o acento agudo os vocábulos oxítonos que terminam em a, e, o abertos, e com o acento circunflexo os que acabam em e, o fechados, seguidos ou não de s".
V. "Põe-se o acento agudo no i e no u tônicos que não formam ditongo com a vogal anterior".
(do Formulário ortográfico: instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa)
A seqüência resultante da correta interpretação das regras de acentuação e da relação feita é: