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1643091 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: PUC-PR
Orgão: CRF-PA
Provas:

História da Farmácia no Brasil

O Governador Geral do Brasil, Tomé de Souza, trouxe o 1.º Boticário do Brasil, Diogo de Castro, formado na Universidade de Coimbra.

Durante o Brasil-Colônia, medicamentos e outros produtos com fins terapêuticos podiam ser comprados em boticas. Nas cidades e locais distantes eram vendidos por mascates. Jesuítas tinham nos acampamentos distantes uma pequena botica, e depois junto aos colégios para atender somente aos membros e alunos. A população preferia atendimento dos religiosos, por causa dos erros no aviamento e substituições.

O boticário em frente ao doente manipulava e produzia medicamentos, de acordo com a farmacopéia e a prescrição dos médicos.

(Disponível em cfr-pr.org.br) http://www.crf-pr.org.br/)

Quanto à acentuação gráfica, observe as palavras relacionadas a seguir:

(1) Boticário ( )
(3) terapêuticos ( )
(5) colégios ( )
(7) médicos ( )

A seguir, apresentam-se seis regras de acentuação, para que se faça a relação entre cada uma das palavras listadas e a regra que justifica a acentuação gráfica dessa palavra:

I. "Todas as palavras proparoxítonas devem ser acentuadas graficamente".
III. "Assinalam-se com o acento agudo os vocábulos oxítonos que terminam em a, e, o abertos, e com o acento circunflexo os que acabam em e, o fechados, seguidos ou não de s".
V. "Põe-se o acento agudo no i e no u tônicos que não formam ditongo com a vogal anterior".

(do Formulário ortográfico: instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa)

A seqüência resultante da correta interpretação das regras de acentuação e da relação feita é:

 

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