Um paciente de 28 anos, com diagnóstico de cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, portador de dispositivo cardiodesfibrilador implantável (CDI) para profilaxia primária de morte súbita desde os 18 anos de idade. Será submetido a procedimento de troca de unidade geradora do CDI por desgaste da bateria. Na consulta de avaliação pré-operatória, diz não se recordar da marca do dispositivo implantado, e nem possui o documento de identificação do mesmo. Na radiografia de tórax, apresenta dispositivo localizado em região infraclavicular esquerda, com eletrodo ventricular único. O eletrodo possui molas de choque ventricular e em veia cava superior, e tem aspecto trifurcado em região proximal (ver imagem a seguir).

Pelas informações apresentadas, é correto afirmar que o dispositivo possui conexões de alta voltagem para choque, do tipo