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3845402 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Vereda-BA
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Atualmente, a AIDS é considerada um assunto social e cultural. E os profissionais de saúde não escapam desta problemática, uma vez que também estão sujeitos aos preconceitos de suas sociedades e culturas. No entanto, de acordo com profissionais da área, talvez a maior diferença observada na evolução do tratamento psicológico do portador de HIV/AIDS seja justamente a sua não discriminação em relação a qualquer outro paciente. (...) Um conjunto de aspectos são característicos do paciente com HIV/AIDS, mas nem um deles é exclusivo, define o psicólogo, (USAID, Fernando Falabella Tavares de Lima, do Núcleo de Estudos e Temas em Psicologia - Netpsi.)

(https://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/3650/-1/tratamento-psicoterapico-de-portadores-de-hivaids.html)

Sobre “Tratamento Psicoterápico de Portadores de HIV/AIDS”, analise os relatos enviados por alguns portadores de HIV/AIDS.

I – “É o paciente que delimita a importância do HIV na sua vida, e o papel do terapeuta / psicólogo é justamente ampliar as suas perspectivas, de modo que ele perceba que há muito mais do que apenas a AIDS para ser vivido”, o paciente explica, acrescentando que “nem por isso, esta é uma característica diferencial do tratamento do paciente com HIV, mas parte da terapia em si, com todas as pessoas, tendo em vista que o atendimento psicológico sempre pretende ampliar as consciências para os múltiplos aspectos de suas vidas”.
II – Na prática, disse um paciente: “o paciente de HIV não traz a questão da morte para a terapia,” porque. “O paciente HIV focaliza sua terapia na forma como vai viver a sua vida, não na doença”, ressalta, lembrando que apenas no primeiro momento da terapia, ou no momento em que o paciente descobre que tem o vírus, que o assunto é tratado, mas é importante que haja o acompanhamento do psicólogo.
III – “A negação e o isolamento, a raiva, a barganha, a depressão e, por fim, a aceitação, são fases comuns a todos os pacientes de doenças terminais, seja do câncer, seja da AIDS ou de qualquer outra, daí a importância da intervenção do psicólogo”.
IV – “A perda de alguém próximo, como um companheiro(a), pode levar a uma identificação com a situação, fazendo com que o paciente pense na sua própria finitude, na sua doença, nas suas negações, temores e angústias, provocando uma intensificação da dor e do sofrimento, por isso é preciso um acompanhamento com um psicólogo”.

Entre os relatos apresentados, marque a série que está coerente com a expectativa deles / pacientes para obterem o atendimento psicológico.
 

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