Carlos Skliar define o ouvintismo como um conjunto de
representações dos ouvintes sobre a surdez, no qual o
"ser surdo" é mensurado pela sua distância ou
proximidade do "ser ouvinte". No cotidiano escolar e
clínico, essa estrutura de poder molda a percepção do
profissional sobre o estudante surdo. Sob essa ótica, a
noção de ouvintismo é identificada na prática
educacional, quando: