Considerando que um recém-nascido apresenta ausência de orifício anal e distensão abdominal progressiva, a conduta CORRETA deve ser:
Diagnóstico de atresia anal, indicada colostomia de alívio inicial e posterior correção definitiva conforme classificação da malformação.
Observação clínica sem intervenção.
Exclusiva analgesia, sem medidas adicionais.
Alta hospitalar precoce, sem acompanhamento.
Antibioticoterapia exclusiva, sem cirurgia.
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