Homem de 61 anos, negro, com antecedentes de HAS, DM2, dislipidemia e infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento de ST há 4 meses, realizou angioplastia com stent farmacológico em terço proximal de artéria descendente anterior, após mais de 24 horas do início da dor, sem outras lesões coronarianas obstrutivas. Evoluiu com quadro de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 32%), atualmente em CF III da NYHA, aderente ao tratamento medicamentoso e às orientações dietéticas. Refere ter apresentado edema bipalpebral e de lábios após utilizar o enalapril, que melhorou após sua suspensão. Realizou exames laboratoriais com NT-proBNP de 2000, sem outras alterações significativas. Está em uso, há 3 meses, de carvedilol 25 mg 12/12h, candesartana 32 mg, 1x ao dia, espironolactona 25 mg, empagliflozina 10 mg, furosemida 40 mg, 1x ao dia, AAS 100 mg e atorvastatina 40 mg. Exame físico sem sinais de congestão sistêmica ou pulmonar, PA 138 x 86 mmHg, FC 60 bpm, sem outras alterações significativas. Realizou o eletrocardiograma abaixo.

Após 3 meses do ajuste terapêutico, o paciente evoluiu com melhora para classe funcional II. O cardiologista optou por repetir o ecocardiograma, que mostrou fração de ejeção de 34%, e solicitou perfil de ferro com valores referentes a ferritina de 127 ng/mL e saturação de 22%. Realizou novo eletrocardiograma, sem mudanças significativas em relação ao anterior. Nesse momento, o tratamento mais adequado é