F.S., 46 anos, sexo feminino, chefe de família e desempregada, comparece à unidade de saúde, sem consulta de enfermagem agendada. A enfermeira observa que ultimamente a usuária tem procurado quase que semanalmente o serviço de atendimento à demanda espontânea da unidade e ao abordar o assunto desencadeia uma crise de choro convulsivo na paciente que se declara esgotada, ansiosa, angustiada e sem forças para viver. “Gostaria de poder dormir e nunca mais acordar”. Considerando o quadro apresentado, a conduta da enfermeira deve ser: