Os chamados novos movimentos sociais, que lutam por questões de direitos no plano da identidade ou igualdade – embora tenham declinado bastante nos anos de 1990 no cenário internacional enquanto movimentos sociais e assumido mais um papel institucional enquanto ONGs –, no Brasil permaneceram e alguns até cresceram, com o apoio de ONGs e movimentos internacionais, como é o caso do movimento indígena.
(GOHN, Maria da Glória. Teoria dos Movimentos Sociais: Paradigmas Clássicos e Contemporâneos. Edições Loyola São Paulo: 1997, p. 323)
A partir do contexto acima, movimentos sociais se definem como ações