Lins et al. (2024) identificaram fragilidades na identidade profissional da Terapia Ocupacional na escola, como falta de clareza institucional, pouca delimitação de funções e carência de formação especializada. O estudo também revela disparidades regionais, insuficiência de concursos públicos e ausência de diretrizes nacionais, resultando em práticas fragmentadas e muitas vezes deslocadas para funções que não pertencem ao escopo da profissão.
À luz desses achados, qual alternativa apresenta um problema estruturante identificado pelos autores, e que limita a consolidação plena da Terapia Ocupacional no contexto escolar?