Na semiologia neurológica, a avaliação do coma
utilizando a Escala de Coma de Glasgow (ECG) é fundamental.
Um paciente com escore de 8 ou menos na ECG, mesmo que
em ventilação mecânica e sedado, é sempre considerado um
caso de coma grave, justificando a intubação orotraqueal e
suporte intensivo, independentemente da etiologia do
rebaixamento do nível de consciência.