O Jornal Hoje mostra como as escolas brasileiras estão sofrendo com a falta de professores nas salas de aula. Apesar das vagas estarem sendo criadas, faltam profissionais. Em fevereiro deste ano, o saldo de vagas formais criadas na educação foi o mais alto da série histórica, segundo recorte feito por uma consultoria, a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Foram criados mais de 66 mil postos nas instituições de ensino brasileiras. Porém, o setor ainda não preencheu todos os espaços. Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP, diz que o deficit de profissionais da área vem de antes da pandemia. “Nós já tínhamos um fenômeno no Brasil, mesmo em redes públicas, da não realização de concursos, o que fazia com que essas redes municipais e estaduais recorressem aos contratos temporários. Isso não configura um quadro permanente de professores, ainda mais com as aposentadorias e outras saídas de professores.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2022/04/06/escolas-sofrem-com-falta-de-professores-nas-salas-de-aula.ghtml. Adaptado.)
Esta realidade constatada na educação básica, decerto afeta também a educação profissional, sobretudo com a expansão do ensino técnico no atendimento do itinerário formativo do novo ensino médio. Para captação destes docentes na educação profissional e tecnológica, é correto afirmar que: