A decisão sobre o momento cirúrgico para o paciente portador de endocardite infecciosa (EI), a despeito dos avanços das técnicas cirúrgicas e dos novos antibióticos, permanece complexa e sempre deve estar baseada no curso da doença, no grau de destruição tecidual, nas alterações hemodinâmicas consequentes a esta destruição e na presença de eventuais comorbidades que agregam uma maior taxa de morbimortalidade a esse grupo de pacientes.
É considerada uma urgência cirúrgica que pode ser abordada em 2 a 4 dias o paciente que apresenta: