A implementação de políticas públicas de aleitamento tem conseguido aumentar a prevalência da amamentação exclusiva nos últimos anos. Diversos projetos estão em franco andamento no país, como as maternidades Amigas da Criança, a Rede Nacional de Bancos de Leite Humano, a ampliação da licença-maternidade, as leis de regulação da publicidade de alimentos para lactentes, o projeto “Mãe-Canguru” para bebês prematuros, além das Unidades Básicas Amigas da Amamentação.
Sobre o aleitamento materno e seu benefício, é correto afirmar:
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo por seis meses e complementado até os dois anos ou mais, pois não há vantagens em se iniciar os alimentos complementares antes dos seis meses, podendo, inclusive, haver prejuízos à saúde da criança.