O processo de análise de atividade proporciona ao terapeuta ocupacional:
Um superficial conhecimento da atividade que lhe permite adaptá-la, simplificá-la ou torná-la mais complexa.
Não oferece dados suficientes para que o terapeuta defina o equipamento que será utilizado, as ajudas necessárias, qual o tipo de material ou o tempo que vai despender.
Permite que o terapeuta observe fora do contexto de vida real os benefícios terapêuticos da atividade.
Gera um conhecimento para que ao julgar o uso da atividade, responda para quem ela é adequada, quando, onde, por que, e sob quais circunstâncias ela é terapêutica.
É importante, apesar de não informar ao terapeuta que pode ser utilizada para descrever a evolução do cliente quanto a melhora da destreza, coordenação, força e nível de dificuldade.
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