Um menino de nove anos de idade, previamente hígido, foi internado há 12 dias em UTI pediátrica com sepse por pneumonia complicada. Está em ventilação mecânica invasiva e apresenta cateter venoso central de inserção femoral para administração de drogas vasoativas e antibioticoterapia. Nas últimas 24 horas desenvolveu febre de 39 °C, taquicardia e sinais de hipoperfusão leve. Ao exame físico observam-se pontos de hiperemia e edema discretos ao redor do sítio de inserção do cateter, sem drenagem purulenta evidente. Hemograma mostra leucocitose com desvio à esquerda; PCR e procalcitonina estão elevadas. A equipe da UTI revisa a epidemiologia da unidade e observa aumento de infecções hospitalares por patógenos multirresistentes relacionados a cateter venoso central nos últimos meses. A comissão de controle de infecção hospitalar (CCIH) solicita medidas preventivas para reduzir a disseminação de germes multirresistentes e complicações relacionadas a dispositivos invasivos.
Com base na situação apresentada, assinale a opção que corresponde à estratégia a ser adotada para prevenção de infecções relacionadas a cateter venoso central em UTI pediátrica.