No documento Indagações sobre o currículo: diversidade
e currículo (2007), resgata-se a seguinte problematização empreendida por Tomaz Tadeu da Silva:
“As narrativas contidas no currículo, explícita ou implicitamente, corporificam noções particulares sobre conhecimento, sobre formas de organização da sociedade, sobre os diferentes grupos sociais. Elas dizem qual conhecimento é legítimo e qual é ilegítimo, quais formas de conhecer são válidas e quais não o são, o que é certo e o que é errado, o que é moral e o que é imoral, o que é bom e o que é mau, o que é belo e o que é feio, quais vozes são autorizadas e quais não o são.”
Essa problematização aponta para uma dimensão do currículo que é transcendente à visão deste como atividade. Trata-se de reconhecer também seu aspecto político, na medida em que o documento considera o currículo enquanto
“As narrativas contidas no currículo, explícita ou implicitamente, corporificam noções particulares sobre conhecimento, sobre formas de organização da sociedade, sobre os diferentes grupos sociais. Elas dizem qual conhecimento é legítimo e qual é ilegítimo, quais formas de conhecer são válidas e quais não o são, o que é certo e o que é errado, o que é moral e o que é imoral, o que é bom e o que é mau, o que é belo e o que é feio, quais vozes são autorizadas e quais não o são.”
Essa problematização aponta para uma dimensão do currículo que é transcendente à visão deste como atividade. Trata-se de reconhecer também seu aspecto político, na medida em que o documento considera o currículo enquanto