“Saber a história da nação – no caso do Brasil – significava lembrar imediatamente, quando perguntado, quem rezara a primeira missa no Brasil, quem proclamara a Independência, quem proclamara a República, quem libertara os escravos, quem descobrira o Brasil... cultuando, desta forma, personalidades, instituições, datas e lugares.”
(Rosângela Célia Faustino e João Luiz Gasparin, Acta Scientiarum, Maringá, 23(1):157-166, 2001)
O ensino de História norteado pela perspectiva acima, muito comum na sala de aula de História décadas atrás, possui uma matriz filosófica de cunho: