Cotidianamente, os assistentes sociais veem-se desafiados a materializar requisições institucionais contrárias aos interesses da população usuária dos serviços públicos. Diante desse imperativo, os profissionais vivenciam um movimento ora em defesa de direitos sociais conquistados, ora em questionamento às precárias condições de seu trabalho. Responder a tais desafios no sentido de manter a hegemonia crítica no interior da profissão implica na criação de estratégias de enfrentamento e resistência nos múltiplos campos de intervenção, tanto no âmbito do conhecimento como na dimensão
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