No design de jogos, a experiência do jogador não é um elemento tangível, mas uma construção mental que emerge da interação entre o jogador e o jogo. Jesse Schell (2019) destaca que "o jogo possibilita a experiência, mas não é a experiência", ressaltando a importância de projetar mecânicas, narrativas e desafios que favoreçam essa imersão subjetiva. Considerando esse conceito, é correto afirmar que para um designer possibilitar uma experiência envolvente e satisfatória para o jogador, é necessário
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