“O Renascimento foi, especialmente, progresso técnico; deu ao homem do Ocidente maior domínio sobre um mundo mais bem conhecido. Ensinou-lhe a atravessar os oceanos, a fabricar ferro fundido, a servir-se das armas de fogo, a contar horas com um motor, a imprimir, a utilizar dia a dia a letra de câmbio e o seguro marítimo. Ao mesmo tempo – progresso espiritual paralelo ao progresso material –, iniciou a libertação do indivíduo ao tirá-lo do seu anonimato medieval e começando a desembaraçá-lo das limitações coletivas.”
(DELUMEAU, Jean. A civilização do Renascimento. Tradução Manuel Ruas. Lisboa: Editorial Estampa, 1984, p. 23 (vol. 1)).
O movimento cultural mencionado desenvolveu uma nova forma de pensar e de entender o mundo, vindo a destacar