Uma mulher de 45 anos de idade está internada em um hospital para tratamento de um linfoma não Hodgkin de alto grau. O médico do plantão geral é chamado, pois a paciente queixa-se de dispneia intensa e sensação de desmaio. Ao exame, apresenta-se torporosa, descorada, com turgência jugular patológica, pulmões sem ruídos adventícios e ausculta cardíaca com bulhas hipofonéticas, sem sopros. A pressão arterial é de 70 x 40 mmHg, a frequência cardíaca, de 130 bpm, e a respiratória, de 40 irpm. Enquanto os sinais vitais são aferidos, a paciente evolui com assistolia. Massagem cardíaca externa e ventilações são iniciadas.
A melhor conduta imediata, nesse cenário, é: