Leia o fragmento de texto a seguir e responda a questão.
[..] A extraordinária mobilidade dos fluidos é o que os associa a ideia de “leveza”. Há líquidos que, centímetro cúbico por centímetro cúbico, são mais pesados que muitos sólidos, mas ainda assim tendemos a vê-los como mais leves, menos “pesados” que qualquer sólido. Associamos “leveza” ou “ausência de peso” à mobilidade e à inconstância: sabemos pela prática que quanto mais leve viajamos, com maior facilidade e rapidez nos movemos.
Essas são razões para considerar “fluidez” ou “liquidez” como metáforas adequadas quando queremos captar a natureza da presente fase, nova de muitas maneiras, na história da modernidade.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2001, p. 8-9. (texto adaptado)
O operador argumentativo “mas”, negritado no texto, é substituível, sem prejuízo de sentido e sem necessidade de alteração de alguma estrutura linguística, por: