Texto 1
Oh! Eu quero viver, beber perfumes
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh’alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela na amplidão dos mares.
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh’alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela na amplidão dos mares.
Castro Alves, “Mocidade e Morte”, in Espumas Flutuantes. Rio de Janeiro: Nova Aguilar.
Texto 2
Quero beber! Cantar asneiras
No esto brutal das bebedeiras
Que tudo emborca e faz em caco...
Evoé Baco!
No esto brutal das bebedeiras
Que tudo emborca e faz em caco...
Evoé Baco!
Manuel Bandeira, “Bacanal”, in Carnaval. São Paulo: José Olympio, 1987.
Podemos afirmar que o poema de Manuel Bandeira estabelece relação intertextual com o poema de Castro Alves por: