“A fabricação de pararraios no Brasil foi autorizada no período de 1970 a 1989, pois a literatura técnica da época indicava que este tipo de pararraios era mais eficiente que os pararraios convencionais. Posteriormente, testes mais detalhados indicaram que o desempenho destes pararraios não era superior aos dos para-raios convencionais, não se justificando, portanto, a sua utilização. Normalmente, pararraios e detectores de fumaça que utilizam material radioativo contêm amerício (Am-241) ou rádio (Ra-226). Os materiais radioativos empregados nestes pararraios são retirados em células especiais de desmonte e armazenados de forma segura, no depósito de rejeitos.”
Em relação aos emissores alfa, como Am-241 e Ra-226, e o uso destes isótopos nas aplicações de detectores de fumaça e pararraios, é INCORRETO afirmar que