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1350056 Ano: 2009
Disciplina: Antropologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

O texto abaixo trata das tradições de estudos na área de etnologia, conhecida no Brasil como pesquisa antropológica sobre populações indígenas. “(...) Ou bem a etnologia, consciente de que tal articulação é um processo de dominação colonial, define seu objeto como constituído historicamente, política e teoricamente pela dominação e, portanto sua tarefa como sendo a de cartografar criticamente tal constituição (com os olhos em uma futura reconstituição menos desfavorável aos índios); ou bem, buscando a perspectiva das ‘instituições e organizações sociais indígenas’, ela conclui que, longe de estarem unilateralmente englobadas pela situação colonial, essas estruturas tomam tal situação como um contexto de efetuação entre outros, e assim a extrapolam de múltiplas formas, que cabe à etnologia compreender (...)” (Eduardo Viveiros de Castro. Etnologia clássica. In: Sérgio Miceli [Org.] O que ler nas ciências sociais no Brasil [1970-11995], São Paulo, Editora Sumaré, pp. 109-224). Com base no texto acima, analise os enunciados que seguem:

I - o autor aborda criticamente em seu artigo as tradições marxistas e estruturalistas sobre estudos de populações indígenas no país, nas vertentes da teoria do contato e da etnologia clássica.

II - o autor aborda as tradições marxista e culturalista de forma crítica e propõe a atualização dessas vertentes de estudo.

III - o autor propõe mudança na perspectiva sobre a teoria do contato e a dominação colonial e insere como alternativa a perspectiva de estudos sobre as instituições indígenas.

IV - os estudos sobre a dominação colonial e sobre as instituições são ambos de abordagem estruturalmarxista adotada pelo autor.

Estão corretas apenas:

 

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