“O conhecimento a ser alcançado no ensino, na
perspectiva de uma geografia crítica, não se localiza
no professor ou na ciência a ser ‘ensinada’ ou
vulgarizada, e sim no real, no meio onde aluno e
professor estão situados e é fruto da práxis coletiva
dos grupos sociais. Integrar o educando no meio
significa deixá-lo descobrir que pode tornar-se sujeito
na história.” (VESENTINI, W. Geografia crítica e ensino. In:Oliveira, A. (org.) Para onde vai o ensino da geografia?São Paulo: Contexto, 2005. p.37.)
A corrente do pensamento geográfico apresentada no texto implica um processo de ensino-aprendizagem que enfatize: