A organização de um conjunto de objetos em determinado espaço, de maneira a produzir um sentido, é denominada por alguns autores como uma “convenção visual”. Contudo, a exposição e a sua museografia não se restringem a padrões e regras visuais. Ela pressupõe: uma concepção de mundo, de sociedade, de dinâmica cultural, de tempo, de espaço, que conferem as marcas de uma autoria; uma linguagem de comunicação própria; um texto estruturado segundo regras e princípios internos e externos, que envolve uma atitude narrativa na abordagem das relações sociais.
Dessa forma, é correto afirmar, que em um museu a exposição é fundamentalmente