O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), criado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) em 2007, com uma escala de zero a dez, sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do INEP: o SAEB e a Prova Brasil. A série histórica de resultados do IDEB se iniciou em 2005, ano a partir do qual foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas por escolas, municípios e unidades da Federação. A lógica é a de que cada instância evolua de forma a contribuir, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada, em 2005, na primeira fase do ensino fundamental, para um IDEB igual a 6,0 em 2022, ano em que se comemorará o bicentenário da Independência.
Internet: <http://portal.inep.gov.br> (com adaptações).
Os fragmentos incluídos nos próximos itens são partes de um texto adaptado da Internet: <http://download.inep.gov.br>. Julgue-o quanto à correção gramatical.
Uma escola cuja a média padronizada da Prova Brasil, na 4.ª série, é 5,0 e o tempo médio de conclusão de cada série é de 2 anos, terá o IDEB igual a 5,0 dividido por 2, ou seja, IDEB 2,5. Já uma escola com média padronizada da Prova Brasil, na 4.ª série, igual a 5,0 e tempo médio para conclusão igual a 1 ano, terão IDEB igual a 5,0.