A partir da década de 1970, diante do agravamento da crise do modelo de acumulação intensiva e da emergência da questão ambiental, surgiram novas vertentes no paisagismo. Assim, o desenvolvimento do paisagismo, como campo disciplinar e como profissão, expressa mudanças no cenário social e político internacional. Seus desdobramentos teóricos e práticos revelam, embora dentro da matriz ideológica da acumulação capitalista contemporânea, visões de mundo distintas. As novas vertentes do paisagismo são: