Há uma dialética entre a inclusão (o de dentro) e a exclusão (o de fora) como termos relacionais em que um não existe sem o outro. Excluir é tanto a ação de afastar como a de não deixar entrar. No entanto, não se pode deixar de dizer que o preso, excluído do convívio social, é também um incluído nas grades prisionais. Falar em políticas inclusivas supõe, pois, retomar o tema da igualdade e consequentemente o da diferença. As políticas inclusivas, assim, podem ser entendidas como estratégias voltadas para a universalização de direitos: