Como diagnóstico da implantação da RAPS no Brasil, Macedo et al (2017) apontam que:
São frágeis o processo e a tendência de interiorização dos CAPS no país, especialmente nas localidades com população inferior a 50 mil habitantes.
A substancial maioria de leitos de atenção psicossocial em Hospitais Gerais concentrada nas capitais aumenta a iniquidade de acesso, uma vez que as cidades de interior, que já carecem de leitos em CAPS III, deixam de ter ofertas em Hospitais Gerais.
A grande maioria das Regiões de Saúde que atendem a critérios para implementação de CAPS III não o fez. Apesar de contarem com outras modalidades de CAPS em seu escopo, tal ausência prejudica o cuidado intensivo à crises dos usuários.
Todas estão corretas.
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