A autora Maria Carmelita Yasbek (2003), em seu livro “Classes subalternas e Assistência Social”, destaca que a “assistência tem sido uma das estratégias acionadas pelo Estado para enfrentar a questão social e não se dissocia, portanto, das relações que caracterizam a sociedade de classes”. Nessa direção é que se percebem as determinações desse processo sócio-histórico na constituição da assistência social como uma política pública, ainda marcada por inúmeros estereótipos e caracterizações que a deterioram e inferem em sua legitimação social. Com base nesses entendimentos, é INCORRETO afirmar que