Um paciente foi novamente submetido a um cateterismo cardíaco de emergência pós-infarto agudo do miocárdio há dois meses. Ele foi, então, encaminhado ao ambulatório de reabilitação cardíaca, no qual realizou um teste cardiopulmonar que evidenciou capacidade funcional de 5 METs e VO2 de pico = 65% do predito, verificando-se angina e dispneia durante o teste. Nesse caso clínico, quanto à estratificação de risco e à respectiva conduta individualizada, é correto afirmar que se trata de um paciente com